quarta-feira, 4 de maio de 2016

Cursos Gratuitos com Certificado

Lei inclui artes visuais, dança, música e teatro no currículo da educação básica

A Lei 13.278/2016 publicada no Diário Oficial da União prevê o ensino obrigatório de artes visuais, dança e teatro na educação básica.
Saiba Mais Senado Federal

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Lembrancinhas de Natal

Olha só o que eu encontrei na internet, uma linda lembrança de Natal, linda e fácil de fazer.
É feito com pazinhas de sorvete, feltro, tinta e criatividade.




quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

O alfabeto não pode faltar


Ferramenta indispensável nas salas de séries iniciais, o alfabeto ajuda as crianças a tirar dúvidas sobre a grafia das letras com autonomia.
FAÇA O DOWNLOAD e imprima o alfabeto para a sua sala 
FAÇA O DOWNLOAD e imprima o alfabeto em letra cursiva para a sua sala .
FAÇA O DOWNLOAD e imprima o alfabeto em letra cursiva para colocar nas carteiras

Pendurado na parede desde o primeiro dia de aula, ele ocupa uma posição central na classe - de preferência, acima do quadro, no campo de visão de todos os alunos. Material de apoio precioso para um ambiente alfabetizador na Educação Infantil e nas séries iniciais do Ensino Fundamental, é a ele que os pequenos recorrem quando querem encontrar uma letra e saber como grafá-la. Se sabem que "gato" se escreve com G, mas esqueceram o jeitão dele, é só caminhar pela sequência de letras até encontrá-lo. Se na hora de escrever "mar" bater a dúvida de quantas perninhas tem o M, a resposta também está lá. O alfabeto da classe é um companheiro permanente para quem ensaia os primeiros passos no universo da escrita.
Não espanta o consenso de que um alfabeto, organizado em cartazes ou painéis de tamanho razoável, deve estar presente em toda - sim, em toda - sala de alfabetização inicial. Afinal, ele é um precioso instrumento de consulta para as situações de escrita, uma das quatro situações didáticas mais importantes nesse processo (as outras três são a leitura pelo professor, a leitura pelo aluno e a produção oral com destino escrito, quando o professor atua como escriba). Se você leciona para pré-escola, 1º ou 2º ano, precisa dominar essas práticas.
Para que o alfabeto realmente ajude na compreensão do funcionamento da escrita, é preciso saber usá-lo. Isoladamente, ele não é nada além de uma lista de letras. Apenas mandar a garotada ler a sequência de A a Z não faz ninguém avançar na alfabetização. "Memorizar a ordem das letras é importante, mas esse saber deve ser acionado pelas crianças durante atividades de reflexão sobre a escrita", afirma Clélia Cortez, formadora do Instituto Avisa Lá, em São Paulo.
Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/alfabetizacao-inicial/ele-nao-pode-faltar-427752.shtml

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Lindo para a Páscoa !

https://www.youtube.com/watch?v=oVYEeprGiMQ

terça-feira, 8 de julho de 2014

Ideias para o dia dos pais

Que maravilha eu encontrei na internet.



Aprendendo e brincando








segunda-feira, 10 de março de 2014

Comemorando o dia do Circo

O Dia Internacional do circo é no dia 15 de março.
 Já aqui no Brasil essa data é comemorada no dia 27 de março em homenagem ao  palhaço brasileiro  Piolin.



Um pouco da vida do Palhaço Piolin
Seu pai Galdino Pinto, circense brasileiro, nasceu no interior do estado de São Paulo, de pais fazendeiros. Estudou na cidade de Rezende no Rio de Janeiro, e foi nesta cidade, durante um espetáculo circense que assistiu, que se apaixonou por uma atriz. O resultado é que acabou por ir embora com o circo, tornando-se mais tarde ele próprio um homem de circo. Tornou-se proprietário do Circo Americano, onde teve início sua dinastia.
A dinastia Galdino Pinto tem como seu membro mais ilustre seu filho Abelardo Pinto, o famoso Palhaço Piolim. Nasceu em Ribeirão Preto, no estado de São Paulo em 27 de março de 1897.
Abelardo Pinto viveu sua infância dentro do circo, envolvido nas mais diferentes atividades. Seu treinamento teve início desde muito cedo, e aprendeu as modalidades de ciclista, saltador, casaca de ferro, acrobata e contorcionista, tendo se destacado nesta última enquanto criança. Aos oitos anos de idade apresentava-se no circo de seu pai como “o menor contorcionista do mundo”. Mesmo obtendo sucesso, o menino Abelardo não gostava de suas exibições, como revela mais tarde em seu depoimento ao Museu da Imagem  e do Som: “Com oito anos fazia um contorcionismo primário, que só criança pode fazer”.
Em entrevista dada ao Jornal Folha de São Paulo em 1957, diz:
Não fui como os outros meninos, que entravam no circo por baixo do pano. Nasci dentro dele e levava uma vida que causava inveja aos outros garotos. Eu, do meu lado, tinha inveja deles. Eles tinham uma casa, tinham seus brinquedos comuns e podiam ir diariamente à escola. Eu começava a freqüentar um colégio e o circo se transferia. Lá ficava eu sem escola”.*
Revela ainda ao mesmo jornal que seu sonho era ser engenheiro, queria construir casas, pontes, estradas e castelos. Construiu apenas castelos de sonhos de muita gente. “Sou, de qualquer maneira, um engenheiro e estou feliz com isso.”**

           O circo Americano estava sem seu principal numero: o palhaço havia ido embora. Então. O Sr. Galdino Pinto foi a São Paulo com o intuito de tentar conseguir um substituto. O filho Abelardo, diante dessa situação, resolveu assumir a profissão de palhaço e sobre ess
a decisão revela mais tarde – “Pensei: se ele fez, eu também posso fazer palhaçadas”.***
A partir deste momento, o Circo Americano adquire um artista que seria, mais tarde, aclamado como “O Imperador do Riso”.
O “Palhaço Piolim” – apelido dado por uns artistas espanhóis que, ao verem o pequeno trabalhador Abelardo, diziam que ele parecia um “piolim” (barbante muito fino) – surgiu em 1918. Uma outra versão da história, contada pelo Jornal Folha de São Paulo, diz que o apelido foi devido a um favor que Abelardo fez ao um cômico e músico violinista espanhol que se apresentou com ele em um espetáculo beneficente da Cruz Vermelha: a corda do violino do espanhol quebrou-se em cena e Abelardo correu para o camarim e trocou a corda quebrada, substituindo-a por uma de seu próprio violino.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Alunos indisciplinados, mas sem apoio da família



Içami Tiba Içami Tiba
 

Vou usar um exemplo muito elucidativo de um bebê que se recuse a dormir no berço e acaba atrapalhando muito a sua vida, a dos seus pais e dos outros que estiverem ao redor. Um bebê com dias de nascido mamou? Arrotou? Tem que dormir. Se a mãe, ou substituta, deixa-o no colo até adormecer, ele aprende que lugar de dormir é no colo. Quando a mãe põe o bebê na caminha, berço, onde for, ele chora. Então a mãe pega de volta no colo até dormir. O que o bebê aprendeu? Que lugar de dormir é no colo e berço não é lugar para ficar. Para o bebê é mais gostoso ficar no colo do que no berço. Ele quer o mais gostoso, pois assim aprendeu, e não o mais adequado que é dormir. Quando o bebê dorme no berço seu sono é mais tranquilo, sem movimentações nem sacolejos, portanto mais fisiológico, que é o que ele precisa. Acorda melhor, pois ele desperta antes. No colo ele é acordado sem se despertar, portanto o sono é interrompido.
O bebê e a mãe terão que ser re-educados para que todos possam viver melhor. O bebê não é indisciplinado. Ele aprendeu a dormir no colo. Os pais é que são indisciplinados de ensinarem a dormir no colo e depois quererem que ele durma sozinho. Se ele fosse para a escola ainda bebê, teria que ter um colo para dormir, pois não saberia dormir sozinho. Uma criança depender dos outros para dormir, quando o sono fisiológico é espontâneo, vem sozinho, basta ficar quietinho? Ele passa o dia todo irritado, querendo dormir e não conseguindo. Na escola não há vovós, babás, ou outros “coleiros” para a hora que o beber estiver com sono.
Pais que não exigem respeito dos seus filhos, ensinam a eles que autoridades não precisam ser respeitadas e muito menos os professores que lhes são chatos diretos. Chatos porque não os deixam fazer o que quiserem e na hora que tiverem vontade.
Pais que não ensinam aos filhos os sentimentos de gratidão, de pedir permissão, de pedir favor não aprendem a necessária cordialidade que magicamente movimentam as pessoas: “com licença”; “por favor” e “obrigado”.
Pais que não cobram dos filhos as suas obrigações caseiras não vêem motivo para ter que estudar mesmo que seja por obrigação.
Com estas 3 atitudes, os pais financiam a ignorância e não o aprendizado, além de se tornarem indisciplinados e arrogantes. Por que iriam eles respeitar os professores? Estes são os primeiros a terem que ensinar o que os pais não ensinaram, inclusive como se comportar na escola. A escola não pode nem deve se submeter às indisciplinas dos seus alunos, pois ela é a segunda oportunidade para educar estes alunos.
É quase natural que os alunos se rebelem contra a escola, como rebelariam contra qualquer outra regra ou norma que tivessem que cumprir seja onde for: no trabalho, no clube, no casamento, na grande família, com os próprios filhos etc.
O que a escola poderia fazer é formar uma parceria com os pais, através de uma convocação para que estes fossem orientados a cobrarem resultados dos seus filhos em vez de ficarem mimando e querendo adaptar as escolas às inadequações dos seus filhos.    
Assim como os pais ensinam o recém-nascido que o berço não é lugar para se ficar e dormir tem que ser no colo deles, são os pais que ensinam que escola não é lugar para os filhos aprenderem e que os professores não merecem ser respeitados nem obedecidos. Dificilmente um aluno vai se tornar disciplinado somente pelo esforço dos professores e, pior ainda, se os pais reforçam a indisciplina em casa.

 

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Chuva: presente de Deus

Hoje assisti um vídeo muito lindo, uma criança vendo pela primeira vez a chuva.
Que tal levar os pequenos para verem a chuva e falar um pouco sobre o presente que Deus nos dar.